dollhouse

dollhouseQuem me acompanha no Twitter já sabe que esta série é o meu novo vício. “Dollhouse” é da autoria de Joss Whedon e tem como personagem central Echo, papel muito bem entregue a Eliza Dushku. Esta série da Fox, tal como a série de J.J. Abrams “Fringe“, faz parte de uma nova iniciativa da cadeia televisiva americana baptizada de “Remote-Free TV”, um conceito revolucionário em que cada episódio tem uma maior duração dado que só são transmitidos cinco minutos de comerciais por cada hora de emissão. Contudo, enquanto escrevia este texto encontrei este artigo que refere que a ideia não é financeiramente viável e será, em breve, abandonada. Quanto à série, vai neste momento no sétimo episódio e recomendo totalmente!

jaunty jackalope

ubuntu_kubuntuNeste momento encontro-me com um grande dilema “operativo”. Actualizei o Ubuntu que tenho instalado no portátil, em triplo arranque com o Windows Vista e o novo 7, para a versão 9.04 “Jaunty Jackalope”. Ainda é uma versão beta, pois a versão final é lançada no próximo dia 23 de Abril. Só vos posso dizer que está cada vez melhor! Adorei este novo sistema de notificações. Contudo, decidi esta noite experimentar também a nova versão do Kubuntu na máquina cá de casa e fiquei completamente deslumbrado com a beleza estética da versão 4.2.1 do KDE! Não tenho dúvidas ao afirmar que é superior a qualquer sistema operativo que a Apple lançou até hoje. Esta edição “Cream” do KDE não podia ser mais doce e atraente! Podem ver quais as principais novidades do Ubuntu clicando aqui e as do Kubuntu aqui. Até agora o único aspecto que considerei menos positivo é o sistema de ficheiros por defeito não ser o novo ext4, sendo que este é já suportado mas só pode ser usado se o utilizador efectuar a actualização do ext2 ou ext3 manualmente. O dilema a que me referia no início deste post é a difícil escolha entre continuar a ser fiel ao GNOME ou mudar-me de malas e bagagens para o visualmente assombroso e fantástico KDE. Qual é a vossa opinião?

Quem ainda não sabe o que é um Jackalope, a mascote desta nova versão, basta clicar aqui.

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twitterxxx1 twitterxxx2Duas listas de “interessantes” utilizadores do Twitter, uma sugestão da COED Magazine. Para visualizarem basta clicarem em cada uma das imagens em cima.

Aproveito a ocasião para alertar que os utilizadores do WordPress já possuem um widget para colocarem contas do Twitter nos seus blogs. Podem ver as últimas novidades da minha conta na barra lateral do lado direito desta página. Mais informações aqui.

a hora do planeta 2009 é hoje!

EH_A2_Template_FINAL.inddNo momento em que escrevo este texto faltam 2 horas e 12 minutos para as 20:30, momento em que serão apagadas milhares de luzes em Portugal e países com o mesmo fuso horário. Esta iniciativa foi baptizada por “Earth Hour” e já levou, em 2008, o gigante Google a colocar a sua página principal completamente negra, como podem ver aqui. Podem obter todas as informações sobre esta interessante iniciativa aqui e visualizar aqui o vídeo oficial. Às 20:30, estejam onde estiverem, apaguem as luzes durantes 60 minutos, registem o momento para partilharem posteriormente e, mais importante, aproveitem esses 60 minutos reflectindo sobre o futuro do nosso planeta.

mário gamito

blackO meu mais sincero sentimento de pesar para a família, amigos e, especialmente, para o seu filho Gonçalo.

one rat short

one_rat_shortFui há pouco à cozinha arranjar um lanchinho nocturno e, como faço habitualmente, liguei a televisão enquanto lá estive. Coloquei na RTP2 (o melhor canal português) e fui brindado por uma curta-metragem espantosa! O programa Onda Curta apresentou “One Rat Short“, uma bonita história de amor entre dois ratinhos. Aconselho-vos a ver esta apaixonante curta de animação e só vos posso dizer que a partir de hoje nunca mais vou olhar da mesma forma para uma embalagem de Cheetos. Principalmente se estiver a ser levada pelo vento…

“One Rat Short” is a work of love created by Charlex Films. It began as part of the effort to grow the company’s commercial CG department but eventually became much more than that. Originally, it was called “labratz” and as the title might suggest it mimicked the look and sensibility of work already pioneered by other studios. As it evolved it took on a life of its own and became “our film.” From the start we decided not to use anthropomorphic animation. We decided it would take place in two worlds: one so gritty, grimy and dark that the viewer needs to peer into the screen in order to make out the images and the other a sterile white world so brightly lit that you feel the need to turn your head away from the screen. It was also important to me to keep the film looking as real as possible. One of the techniques we used was to give a lot of the camera work a hand-held feel and to keep it a little behind the action so that the scenes didn’t seem staged. Lastly and most importantly I kept the story simple and tried to give it heart. One of my favorite short films which I saw as a child was “The Red Balloon.” I think the melancholic and innocent spirit of that film inhabits “One Rat Short.”

Alex Weil, Director

Como sou muito vosso amigo cliquem aqui e maravilhem-se com os 10 minutos completos desta curta-metragem.

into the wild

into_the_wildReferi aqui este filme em Outubro de 2007 e hoje vi-o pela segunda vez. É um filme realizado com muita paixão por Sean Penn e a interpretação de Emile Hirsch deixa-me sem palavras. A banda sonora assinada por Eddie Vedder é uma autêntica delícia auditiva. Dado que o texto é absolutamente maravilhoso e bastante rico no seu significado deixo-vos, de seguida, algumas frases retiradas do filme.

I read somewhere… how important it is in life not necessarily to be strong… but to feel strong.

I’m going to paraphrase Thoreau here… rather than love, than money, than faith, than fame, than fairness… give me the truth.

Some people feel like they don’t deserve love. They walk away quietly into empty spaces, trying to close the gaps of the past.

When you want something in life, you just gotta reach out and grab it.

Happiness only real when shared.

Caso estejam interessados na inspiradora obra de Jon Krakauer que relata a verdadeira história de Chris McCandless podem encomendá-la aqui por 6,49€.

Nota: Com esta publicidade toda à Play.com julgo que já merecia uma prendinha por parte deles! 🙂