microsoft exchange, ubuntu, windows e o equilíbrio de nash

Quem acompanha com regularidade a vida deste blogue sabe que sou um feliz utilizador do sistema operativo Ubuntu, actualmente na versão 10.10 (Maverick Meerkat). Contudo, esta situação terá, muito provavelmente, de mudar nos próximos dias. O motivo é unicamente o Microsoft Exchange (versão 2007). Explicando melhor, a empresa onde trabalho sempre utilizou esta solução como a principal aplicação servidora de correio electrónico. Dado que necessito de aceder à minha caixa de correio electrónico quando não estou (de corpo e alma) no interior da empresa é importante utilizar a melhor solução que conheço nesse sentido, o Microsoft Outlook. Sinceramente, estou um pouco farto de alternativas menos práticas, como através do iPod touch ou do Microsoft Outlook Web Access. Gostava de continuar a utilizar o Ubuntu, ou qualquer outra distribuição Linux, mas parece-me que irei regressar brevemente ao Windows 7. Em termos de qualidade, admito que esta última versão do sistema operativo da Microsoft é de longe a melhor de todas, em todos os aspectos. A minha preferência pelo Ubuntu resume-se à própria filosofia inerente a todas as distribuições Linux. Ambos os sistemas operativos são fantásticos. Após largos meses de utilização só não consegui fazer até hoje duas coisas no Ubuntu, uma delas é a situação exposta e a outra é relativa à actualização do iOS. Partilho aqui este dilema pessoal pois gostaria de saber se têm alguma sugestão para este caso. Já experimentei algumas ideias da comunidade através do Evolution, mas até agora nunca funcionou de uma forma tão perfeita como através do Outlook. Declaro aberta a caixa de comentários e informo desde já que o autor da mais simples e prática sugestão irá receber um simbólico presente!

E não vale sugerir uma solução como máquinas virtuais ou algo do género…

misfits, uma das melhores séries de sempre

O meu interesse por Misfits foi despertado por este post do Pedro Rebelo. Algumas horas depois já tinha visto os primeiros episódios desta série britânica. O único pensamento que percorria o meu cérebro nesse momento era qualquer coisa como ‘Porra, isto é realmente muito bom!’. Hoje terminei de ver o último episódio produzido e só consigo pensar ‘Esta é uma das melhores séries dos últimos dez anos e vai, certamente, tornar-se um autêntico objecto de culto!’. Já li algumas comparações a Heroes, mas Misfits faz com que a série americana seja muito fraquinha, classificada como de categoria B. Estamos na presença de uma série praticamente perfeita do ponto de vista da realização, fotografia, argumento, banda sonora e elenco.

Misfits é uma série de comédia/drama, criada por Howard Overman e transmitida pelo canal E4. Até ao momento é composta por duas temporadas, ambas com seis episódios e cada um com a duração de 45 minutos. No passado mês de Dezembro foi emitido um episódio especial de Natal com a duração de 60 minutos e escrito pelo próprio Overman. Misfits venceu em 2010 o BAFTA para a melhor série dramática.

Em relação ao argumento não vou adiantar qualquer informação, pois penso que cada episódio deve ser, quase religiosamente, aproveitado com o mínimo de informações antecipadas. Termino com uma sugestão para esta página, que contem uma prática listagem de todas as músicas utilizadas na série. Desde a electrizante música “Echoes” dos The Rapture utilizada no genérico inicial, a faixas maravilhosamente escolhidas de Florence and the Machine, The Velvet Underground, The Cribs, LCD Soundsystem, Urge Overkill, Joy Division, Klaxons, The XX, Damien Rice, Lady Gaga, Prodigy, Blur, The Cure, Foals, Zero 7, Massive Attack, entre muitos outros.

Concluindo, Misfits é A série e tenho a certeza que não vai deixar ninguém indiferente.